A proteção auditiva ainda é cercada por crenças equivocadas.
A seguir, desmistificamos as principais afirmações para que a prevenção seja baseada em ciência, não em suposições.
| “Usar protetor auditivo causa infecção no ouvido.” | Mito. A infecção só ocorre se não houver higienização adequada. |
| “Quem já perdeu parte da audição não precisa usar protetor.” | Mito. O uso é essencial para evitar piora do quadro. |
| “Ruído só faz mal se for muito alto.” | Mito. Exposições prolongadas acima de 85 dB(A) já causam danos irreversíveis. |
| “O corpo se acostuma com o barulho.” | Mito. O ouvido não se adapta; ele se deteriora silenciosamente. |
| “Protetor auditivo dispensa controle ambiental.” | Mito. O PCA deve incluir medição, controle e educação contínua. |
| “Todo protetor auditivo tem o mesmo nível de proteção.” | Mito. Cada modelo tem NRRsf específico. |
| “Treinar o uso é obrigatório.” | Verdade. A NR-6 exige orientação prática antes do uso. |
| “Fit test é só para grandes indústrias.” | Mito. Toda empresa com exposição a ruído pode e deve aplicá-lo. |
O Instituto Treni desmistifica esses conceitos em seus cursos de Proteção Auditiva, promovendo consciência e competência técnica para preservar o bem mais valioso do trabalhador: a audição.

